sábado, 14 de dezembro de 2013

O dia vinte e cinco de Dezembro chegou..., por Paulo Lopes

Da direita para a esquerda: Paulo Lopes, José Capitão Pardal e João Novo
Paulo Lopes

O dia vinte e cinco de Dezembro chegou trazendo consigo o Natal que foi passado sem árvore (das de Natal porque das outras, havia muitas!!!...), sem prendas, sem o calor da família, sem o prazer de dar e receber, sem a presença dum sorriso de criança, sem o bacalhau com couves ou as filhós amassadas e fritas, na véspera até altas horas da madrugada, para que estivessem "fresquinhas" e postas nas mesas para uma noite de consoada passada em família.

Nada.

Enfim, sem Natal.

Nem tão pouco o habitual frio existia neste dia de Natal, que caracteriza de forma inconfundível esta época do ano para os lados do Continente!...

Mas como diz o povo: Natal é quando o homem quiser.
Bonitas palavras!!!...

Foi uma noite e um dia, que se passou e era esse o meu (continuo a pensar que nosso) grande objetivo: passar os dias e as noites, um de cada vez, sem que os minutos parassem, nem a luz do radiante sol do próximo dia, nos deixasse de iluminar os olhos, o corpo e a alma.

A única novidade desse dia, pelo raro que era, resumia-se ao facto de nenhum grupo de combate estar fora do estacionamento.



 paulo lopes
in "Memórias dos Anos Perdidos ou a Verdade dos Heróis"