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quarta-feira, 15 de novembro de 2017

A nossa visita de hoje ao Alqueva, por Duarte Pereira




Vamos dedicar este texto ao Sr Marcelino, que amanhã há muitos anos, começou a estar cá.
GRANDE AVENTURA
...
Quando chegamos ao Alqueva estava todo molhado.


As paredes da frente estavam húmidas de suster a água que levava atrás.
Todo o ano a bater na parte de baixo das costas deve dar um certo desconforto.
Quando pode largar o repuxo à frente será uma sensação indescritível quase sexual.


Queríamos dar € 5,00 ao Sr que tomava conta daquilo para abrir as torneiras.
Ele disse que não, por causa das turbinas, no nível da barragem mais não sei o quê.

Gostámos do dia.
Na volta até viemos devagar.

A palhinha do garrafão estava tão dura que até parecia de plástico.
Foi com vinho e regressou com água do Alqueva, para vender aos turistas.

Ao fim de um tempo o Toino viu uma brigada da G.N.R. e resolveu parar para lhes dar os parabéns.
Sim senhores, bela auto-estrada, nem passei os 120 Km/h.

Resposta do agente - O senhor acaba de sair de uma estrada municipal. Venha mas é soprar o balão. 
O Toino rebentou com três e não foi multado.

Ainda ouviu um recado via rádio para as outras patrulhas, para não nos mandarem parar. 
O material está caro.

Lá chegamos a casa. 
Vamos descansar duas horas e depois logo se vê.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Estes alentejanos..., texto de Horácio Cunha, transcrito por Duarte Pereira

O SR HORÁCIO CUNHA ESCREVE POUCO MAS BEM.

Horácio Cunha 5 de Outubro de 2014 12:12

Não se consegue ver nada: Estes alentejanos estão a "mangar" com o pessoal. 
Não dá para "dar fé". 
De vez em quando têm estas "alembraduras". 
Não se importam de deixar a "malta derramada" com estas "moideiras" e não deixam "assomar" os seus comentários, quando poderiam deixá-los "escarrapachados" nas nossas "monas". 


Mas, com esta idade já são "caliqueiras" e também não se importam de deixar os c...amaradas "alvoreados" a garrear com grandes "descabeches", como "ainda-bem-não", não deveria acontecer.


Mas, os camaradas que não tenham "moideiras" ao lerem este texto, porque está escrito em alentejano para os amigos Pires e Capitão Pardal, que já com algumas dores nos "artelhos" e sentados a comer "malacuecos", acompanhados de "ervilhanas" ou "alcagoitas" e sem "cargas de fezes" se vão "alembrando" das Velhas de Estremoz, até "abalarem" até "já ali", na sua "furgonete". 


Um abraço para os nossos alentejanos.


quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

O Sr. Duarte foi à praia, no Alentejo, por Duarte Pereira

Duarte Pereira
As Velhas de Estremoz Alentejanas

BOA TARDE A TODOS.

APANHAMOS MAIS UMAS MEMÓRIAS DO SR DUARTE. ESTE COISA DA "INTERNETE", É UM PERIGO.

O SEU FILHO HOMEM FEZ O 12º ANO SEGUIDINHO....


NADA PARECIDO COM O PAI QUE ANDOU MAIS ANOS A "ESTUDAR" QUE ELE.

DEPOIS OS PAIS PERGUNTARAM???
O QUE QUERES SER QUANDO FORES GRANDE?? 
RESPOSTA - "JORNALISTA". 
LÁ TIROU UM CURSO DE JORNALISMO, E O PAI ARRANJOU-LHE O PRIMEIRO EMPREGO "JORNAL DO REFORMADO".

ENTROU COMO ESTAGIÁRIO E RECEBEU O SEU PRIMEIRO ORDENADO DE 20$00.

AO FIM DE UNS MESES, DEPOIS DISSO NÃO PAROU E NEM SABEMOS POR ONDE ANDOU, MAS TEMOS UMA IDEIA.

HOJE É "CHEFE" DE UMA REVISTA DE TV'S. 

DEVIA ESTAR UMA SEMANA DE FÉRIAS. 
NO CARRO NÃO TEM "BATUTA" E NÃO USA "ORELHÃO" QUANDO VAI A GUIAR.

FÉRIAS??? 
CHAMADAS CONSTANTES DA REDAÇÃO COM UMA INFINIDADE DE SITUAÇÕES PARA RESOLVER.

FOI O QUE ACONTECEU ONTEM. 
FALOU MAIS COM ELEMENTOS DA EMPRESA DO QUE COM OS PAIS E FILHOS,

NO ALMOÇO, COMO BOM FILHO MANDOU VIR A CONTA. 

O DONO DO RESTAURANTE DISSE QUE TINHA TELEFONADO PARA "ALGUÉM" QUE ESTAVA DE FÉRIAS NO ALGARVE QUE TINHA DITO PARA PÔR TUDO NA CONTA DELE.

NOTA: QUE O PAI DO FILHO PODIA BEBER DAS SUAS "GARRAFAS PESSOAIS".

ESTA COISA DE JORNALISMO É COMPLEXA.
NA MESA EM FRENTE À DA FAMÍLIA DUARTE ESTAVA O SR PRESIDENTE DE CÂMARA DE SETÚBAL, MAIS ALGUM PESSOAL. 

TAMBÉM O SR OCTÁVIO MACHADO QUE SAIU EM ZIG-ZAG, E QUE TINHA UM PROGRAMA À NOITE NA C.M. TV.

HÁ VÁRIOS MUNDOS NESTE NOSSO PORTUGAL. 

QUANDO ONTEM O SR DUARTE SAIU DO BARCO VIU COISAS, "CASINHAS" QUE NÃO SABIA SE ERAM DE PORTUGUESES.

QUANDO SE SAI DE CASA, DESCOBREM-SE COISAS "ESTRANHAS" POR ISSO O SR DUARTE É MUITO CASEIRO.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Recordo na minha infância..., por Marília Dis Savtos

Recordo na minha infância, de ir lavar as roupas com a minha mãe, nas ribeiras ou albufeiras (estes espelhos de água puras e cristalinas, reflectiam as sombras ...das árvores).

Um grupo mulheres cantava, ao desafio, enquanto iam ensaboando roupa nas pedras, que metiam a corar, nos pastos do chão, para branquear.
 

Depois de lavados, os panos, eram por ali estendidos ao sol nos arbustos e árvores, pareciam, bandeiras hasteadas ao vento, davam um ambiente colorido ao campo...
 

Estas albufeiras, contrastam, com as zonas de grande secura (zona dos montados e olivais, parecem pequenos oásis), onde a vida parece florescer….
Lugares mágicos, que ficam nas bordas das ribeiras e albufeiras.


Quando era pequena gostava de brincar, nos campos com as outras crianças….
Ah, nestes tempos não havia perigos de nada, para as crianças, havia respeito entre os seres humanos.
Nem existiam medos de coisa alguma, Deus protegia os inocentes.
Também não existia poluição, nem nas águas nem nos lençóis freáticos, eram águas puras e cristalinas das fontes.
Que delicia poder saboreá-las!

Sabia-me, bem escutar o silêncio da noite nos campos do Alentejo.
Sentia paz interior.


Agora recordo tudo isto no palco das recordações da minha infância.
O Alentejo genuíno da imensidão das planícies….

domingo, 6 de novembro de 2016

Moura - Onde se fazia azeite, mulher não entrava, por Sara Pelicano, com comentários de Horácio Cunha


A casa grande de um só compartimento.

Um longo corredor.

Ao fundo duas enormes alavancas, criadas com traves de madeira.

Correndo todo o corredor, as tulhas, pequenos compartimentos de alvenaria, para armazenar a azeitona.

O Lagar de Varas do Fojo, em Moura, hoje museu, conta uma história antiga.


No decurso de um século ganhou vida a cada Outono, na época da apanha da azeitona.

Sara Pelicano | quarta-feira, 26 de Agosto de 2009
In Café Portugal
As oliveiras salpicam a extensa planície do baixo Alentejo.
A árvore de pequeno porte oferece sombra sob o quente verão; um repouso entre uma tarefa e outra na manutenção do campo.
As oliveiras resistem a mais um estio.
Nas ramadas o seu fruto, a azeitona, amadurece lentamente.

Por agora os lagares estão vazios.
O dia-a-dia no campo faz-se, entre outras actividades, com a apanha do melão.
Quando o Outono começar a despertar, então os campos de oliveiras enchem-se de gente na apanha da azeitona.


Então, com a lua ainda reinante, ruma-se ao olival.
O dia vai ser longo e duro.
Estendem-se as redes sob as oliveiras.
Bate-se com varas nos ramos para o fruto, que dá origem ao azeite, ir ao chão.
Pausas só mesmo para saciar a fome com o farnel preparado no serão anterior.
Quando a noite voltar a cair, faz-se o regresso a casa.
O processo repete-se dia após dia.
Embora a mecanização seja já uma presença significativa nas produções olivícolas, há muitos produtores que continuam a recorrer à mão humana.
O cenário descrito continua, pois, a ser uma realidade em terras do Alentejo, permitindo a subsistência de muitas famílias.

Ao labor no campo seguir-se-á a actividade no lagar, etapa que concretiza a azeitona no fio de ouro que é o azeite.
Um processo que, em Moura, é explicado no Lagar de Varas de Fojo, convertido em museu desde 2001.

A vida no lagar
Entre 1810 e 1941 cada Outono trazia um sopro de agitação ao Lagar de Varas de Fojo.
Atualmente, o imóvel considerado de Interesse Público, guarda intactos os artefactos que contam histórias antigas.
Estes falam-nos de trabalho árduo; um lugar onde as mulheres não tinham entrada.

A aldeia de outrora cresceu e o Lagar de Varas do Fojo, antes em meio rural, localiza-se hoje numa avenida movimentada, dando acesso ao centro da cidade de Moura.


Recuemos no tempo até ao lagar do século XIX, início do século XX.
Com os primeiros carregamentos de azeitona desde os campos, a actividade passa a fazer-se entre paredes, no lagar.
Cada produtor de azeitona tinha uma tulha, identificada com o seu nome e um número, para armazenar a azeitona.

O Lagar era espaço comunitário, tendo o dono, direito a uma percentagem da produção como meio de pagamento pela utilização da estrutura.
Das tulhas onde eram depositadas, as azeitonas passavam para a moenda.
Esta fase servia para pisar a azeitona até se transformar numa pasta.
O fruto da oliveira era depositado numa estrutura redonda, fazendo lembrar um poço, mas com fundo à vista.
Três grandes pedras cilíndricas, como as rodas de um veículo, giravam, moendo a azeitona, puxadas pela força no burro.
Este era o único processo onde o esforço não saía de braço humano.


Da moenda, a pasta de azeitona passava para a enseirada, onde se encontram as varas que dão nome ao lagar.
As imponentes varas funcionam como alavancas, quando os homens fazem girar os parafusos que se encontram numa das extremidades.
«Após o enchimento das seiras, ou enseiramento, com a massa de azeitona, o lagareiro sobrepunha um conjunto de seiras sobre o estrado da prensa a que se dá o nome de algués.
Sobre as seiras ainda se colocava a porta e os malhais, sobre os quais iria assentar a extremidade mais pesada da vara», explica Isabel Costa, guia do museu.

Conta-nos a mesma responsável: «quando a extremidade oposta ao fuso baixa, exerce pressão sobre as seiras, fazendo-as libertar azeite e água-ruça.
Depois de escorridas as seiras, a vara subia novamente para que se pudesse proceder à caldeação». Deitava sobre as seiras água aquecida na caldeira.
O azeite e a água-ruça tinham caído para as tarefas.
Aqui, ao entrar a água, ia permitir que o azeite se separasse da água-ruça.


O processo era de extrema importância, pois era nesta fase que se definia grande parte da qualidade do produto.
«À tarefa para onde vai só o azeite dá-se o nome de tesoiro, ou pilão.
O azeite era retirado daí para outros recipientes, pelo lagareiro, com o auxílio de uma concha», comenta Isabel Costa.

No Lagar de Varas do Fojo a viagem no tempo em torno do azeite faz-se não só pela presença dos instrumentos de transformação da azeitona, mas também pela mostra dos utensílios utilizados no campo, como as cestas de transporte do fruto.
O núcleo museulógico expõe fotografias antigas que revelam expressões inseridas em momentos de trabalho de uma vida rural que, em certa medida, ainda podemos encontrar nos dias de hoje.




Por cá os lagares de azeite de varas eram idênticos e os passos de transformação da azeitona eram similares.
A diferença é que eram movidos a água e aí pelo Alentejo eram movidos por burros, segundo deduzo do texto.

Estou a relembrar tudo isso a funcionar.
Vários anos fizemos o azeite num lagar desse tipo.
Que trabalheira, mas muito salutar.

A lenha que previamente se levava, a fornalha sempre a arder, a água na caldeira sempre a ferver, as galgas a moer, as ceiras, as tarefas e o sangrar das mesmas, as varas e os fusos, o azeite a ser transportado em barris de madeira.

O suspender da laboração pela subida inesperada das águas do rio que passava paredes meias, o cozinhar a tiborna (batatas cebolas e bacalhau) tudo assado na fornalha - isto para os agricultores com algumas posses ou couves com batatas çhouriça e carne de porco para os outros.
Não havia travessas nem pratos.
Todos picavam da mesma gamela - a mesma em que se transportava manualmente a massa da azeitona já moída para as seiras.

O texto refere em titulo que "Mulher não entrava", mas não explica a razão.
Pois, dizia-se que, se uma mulher entrasse no lagar na altura do período menstrual, o azeite apesar de bem caldeirado, não clarificava.
Ficava sempre turvo.
A chamada borra, não se separava devidamente do azeite.
E pelo sim e pelo não, jogava-se pelo seguro - mulheres não entravam naquele local.
Enfim...era assim que se pensava naquele tempo....

Pronto, mais uma história doutro tipo de guerra, também com os seus sacrifícios.

Desculpem a seca, mas a culpa também é do nosso amigo Capitão Pardal, que nos leva a estes confins das nossas vivências...
Um abraço para todos vós.

domingo, 20 de setembro de 2015

O Silvestre Pires fez anos, por Duarte Pereira



Apanhamos mais um texto de "amizades explícitas", nas memória ocultas e ainda não escritas pelo sr. Duarte.

Sr SILVESTRE PIRES.



Quem é, quem foi e o que agora será ?
O sr Duarte diz que tem de ser escrito, para ficar para a posteridade uma, que ele acha, verdadeira amizade....

Não se sabe nada da sua juventude, nem nunca o iremos saber.


Foi mobilizado para Moçambique com o "dever" de acabar a "guerra" nos 100 anos seguintes.

Um alentejano não tem pressa. 



Foi "apanhado" num pelotão "aguerrido".
Pelo menos o primeiro ano terá sido difícil para ele e os restantes militares que o acompanhavam.
Sabemos que não tinha namorada na altura.

Escreveria talvez aerogramas para a família.

Porquê o destaque deste seu aniversário?
Primeiro, porque era da companhia 3509.
Segundo, nós "amadrinhamos" a 3509".
Terceiro, no ano passado descobrimos antecipadamente o dia do seu aniversário.
Quarto, não iremos dar mais "graxa ao cágado".


Homem de carecadas que para um graduado, na altura não era "bem visto" naquele "teatro".

Ainda por cima com bigode, que parecia que só lhe nascia o cabelo por debaixo do nariz.

Depois uma cena que nunca esqueceu ao sr Duarte.

Seria a partir de meados de 1973.
Os dois a jogarem dados na messe de oficiais, sem passar "peva" aos que pudessem entrar.




Nunca o sr Duarte se lembra de ter almoçado ou jantado naquela messe.
Alguns elementos até poderiam ser "porreiros", mas eles estavam desenquadrados. 

Esperamos num dos próximos anos fazer uma "emboscada" a Viana do Alentejo.




Parabéns rapaz.
Votos de boa saúde, para ti, para os teus e para todos nós.

sábado, 7 de março de 2015

As comadres em Workshopp na Amareleja sobre o paio alentejano, por Duarte Pereira


Duarte Pereira
AMIGOS E ALGUNS SEGUIDORES.

FOMOS CONVIDADAS PARA UM "WORKSHOPP" NA AMARELEJA, COM A DURAÇÃO DE UMA SEMANA.


ALGUNS LISBOETAS TRATAM AQUELA TERRA POR "MERDALHEJA".

PERTENCE A MOURA, MAS OS "MOUROS" SOIS VÓS.


O TÓINO IRÁ FAZER UMA APRESENTAÇÃO DOS PRODUTOS REGIONAIS AQUI DA NOSSA ZONA DE ESTREMOZ.
A CÂMARA PAGARÁ O NOSSO TRANSPORTE, ESTADIA E ALIMENTAÇÃO.

JÁ QUE VAMOS DIVULGAR PARA O "MUNDO" A NOSSA REGIÃO, A "ESTRELA" SERÁ O "CHOURIÇO" DO TÓINO, PRODUÇÃO PRÓPRIA, TIPO "PAIO..., JÁ CONHECIDO INTERNACIONALMENTE ATRAVÉS DO SEU FACEBOOK.


ESTARÁ PRESENTE A MINISTRA DA AGRICULTURA E PESCAS.

A NOSSA MISSÃO É TESTEMUNHAR COMO É BOM.
SE HOUVER ALGUMA FESTA, O TOINO TAMBÉM CANTA, SEREMOS A SUAS ACOMPANHANTES E COMO CALCULAM COM POUCA ROUPA.

FIQUEM BEM, A NOSSA MISSÃO É "NOBRE" QUE TAMBÉM VENDE ENCHIDOS.


BEIJINHOS, EM ESPECIAL PARA QUEM NOS ENVIOU UMA FLOR.

AI ! AI !!

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Para conhecer o Alentejo, por Marília Dis Savtos

Marilia Dis Savtos
 

Para conhecer o Alentejo, temos de caminhar pelos campos, pelas estradas terra batida, muitas quase serpenteiam como cobras.
 
 
 
Temos de cheirar, as ervas aromáticas (margaça, a sálvia, o rosmaninho, mata pulga, alfazema alecrim, os orégãos, a murta, etc..).
 
 
 
É bom, o contacto com natureza, o seu silêncio, andar no meio do campo, pelas veredas das cabras.
 
 
Caminhos onde por vezes correm os e riachos e levadas (estes caminhos nunca foram humanizados), onde vegetação é exuberante nos vales, onde crescem os milheirais.
 

Podemos ainda visitar as aldeias típicas, caiadas de branco com listas amarelas ou azuis, cheias de craveiros nas janelas.
 
 
Onde as típicas tabernas, ainda existem, onde o vinho ainda fervilha e fermenta nas talhas.